EMURB atua dia e noite na melhoria de vias em Rio Branco

O trabalho noturno é facilitado pelo trânsito de veículos menos intenso que durante o dia
Em meio ao inverno Amazônico, quando não chove, seja dia ou noite, a Empresa Municipal de Urbanização (EMURB) está nas ruas da capital realizando tapa-buracos. Na noite desta quinta-feira, 14, quatro equipes de trabalho noturno atuaram em diferentes pontos de Rio Branco recuperando a camada asfáltica: Avenida Antônio da Rocha Viana; Rua Aureliano Lopes, no Conjunto Manoel Julião; Avenida Epaminondas Jácome, no bairro da Base, e na Estrada da Floresta.
Como resultado dessa intensificação do serviço, a EMURB bateu o recorde de uso de massa asfáltica: já foram usadas até agora 30 mil toneladas de asfalto em 2017. O diretor-presidente da EMURB, Edson Rigaud, que acompanha a execução do serviço, avalia que até o fim do ano a Prefeitura deve alcançar as 32 mil toneladas de asfalto utilizadas.
“Estamos numa corrida contra o tempo por causa do inverno e quando não chove vamos com as ações até à noite. Como o trabalho aumentou, também aumentou a quantidade de asfalto: já foram 30 mil toneladas usadas, mas ainda há muito para fazer, e a determinação do prefeito Marcus Alexandre é manter esse nível de operacionalidade”, explicou.
As vias mais acessadas, como corredores de ônibus, vias estruturantes e acessos dos bairros são priorizadas pela EMURB. O trabalho noturno começa às 19 horas e se estende até às 21. Homens e máquinas atuam com a mesma logística do dia: eliminam o material saturado e, no lugar, colocam solo de maior resistência, no caso, a piçarra bruta. Em seguida é a vez da massa asfáltica. O trabalho noturno é facilitado pelo trânsito de veículos menos intenso que durante o dia.
Desafios
O período de chuvas torna ainda maior o desafio de manutenção das vias de Rio Branco. O engenheiro Marcos Antônio, diretor operacional da EMURB, explica que, no inverno, o lençol freático fica bem acima do normal e penetra no pavimento. “Isso se soma à pressão dos carros pesados. Então, é como se essa água explodisse para cima, causando fissuras na camada asfáltica”.
 Da Assessoria
Fotos Marcos Vicentti/Asscom

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