Desemprego fecha maio em 12,7%, com 13,2 milhões de pessoas sem trabalho

A taxa de desemprego fechou o trimestre encerrado em maio em 12,7%, com pequena queda em relação ao trimestre encerrado em abril, quando ficou em 12,9%. São 13,2 milhões de desempregados no país, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua divulgados nesta 6ª feira (28.jun.2018) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

FORMALIDADE E DESOCUPAÇÃO

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no país teve um leve aumento comparando com a trajetória de queda observada nos últimos meses. No trimestre até abril, eram 32,7 milhões de brasileiros nessa condição. Já nos meses de março a maio, foram 32,8 milhões de pessoas.

Na comparação com o trimestre do mesmo período de 2017, a queda foi de 1,5%, cerca de 483 mil pessoas a menos.

A taxa de informalidade continua em alta. O contingente de empregados do setor privado sem carteira assinada cresceu 2,9% no trimestre de março a maio, em relação ao trimestre anterior.

Em números absolutos, o resultado representa mais 307 mil pessoas em postos de trabalho que não oferecem várias garantias de direitos trabalhistas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o aumento foi de 5,7%, o que corresponde a 597 mil pessoas a mais na informalidade.

Segundo o IBGE, na comparação com o trimestre de março a maio de 2017, quando a taxa de desemprego estava em 13,3%, houve queda de 0,6 ponto percentual no indicador.

Com a estabilidade da taxa de desemprego, a população desocupada também ficou estável em 13,2 milhões de pessoas. No trimestre encerrado em fevereiro a taxa foi de 13,1 milhões. Já na comparação com igual trimestre do ano anterior, quando havia 13,8 milhões de desocupados, houve queda de 3,9%.

O país tinha em maio último uma população ocupada de 90,9 milhões de trabalhadores, também mostrando estabilidade no emprego em relação ao trimestre imediatamente anterior (dezembro do ano passado a fevereiro deste ano). Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando havia 89,7 milhões de pessoas ocupadas, a população ocupada aumentou 1,3%.

RENDIMENTO ESTÁVEL

A renda média real habitual dos trabalhadores brasileiros ficou em R$ 2.187 no período.

O valor ficou um pouco acima comparado ao mesmo trimestre de 2017.

(com informações da Agência Brasil)

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